Quer estudar fora, com bolsa de estudos, sem falar inglês? Really?

Estudar fora, como o nome diz, é estudar FORA DO PAÍS. Portanto, para se qualificar com o curso que você pretende fazer, você terá que ser “fluente”(ou ao menos, a caminho) na língua em que o curso será ensinado. Este é o primeiro passo para qualquer um que queira estudar fora!

Não tem mimimi, o primeiro passo para se rpeparar para estudar é falar inglês (ou outra língua).

ESQUEÇA SUA PESQUISA DE CURSO, ESQUEÇA SUA PESQUISA DE UNIVERSIDADE, ESQUEÇA SUA PESQUISA DE PAÍS…

Ou melhor, deixe-as para segundo plano. Sem o INGLÊS (ou a fluência em outra língua estrangeira), você não irá a lugar nenhum.

E isto não é um conselho para desmotivá-lo, mas uma forma de otimizar suas oportunidades. E acredite: existem milhares delas lá fora (é só ler nossos posts anteriores!). Algumas mais baratas, outras mais caras; umas mais procuradas e competitivas e outras a serem exploradas, mas elas existem e você pode aproveitar-se delas, contanto que fale outra língua, ou esteja a caminho de falar.

Milhares de oportunidades para quem fala INGLÊS

É óbvio que existem oportunidades para aqueles que falam uma segunda língua, que não seja o inglês, como explicam nossos artigos sobre a Universidade de Lyon, Berlim ou países baratos onde se estudar.

Mas é com o inglês que você terá a maior parte de suas chances. Isto porque, mesmo em países onde no dia a dia você não usará muito a língua (como na França), grande parte dos cursos destinados aos acadêmicos internacionais serão ensinados em inglês.

As universidades querem que seus estudantes troquem informações com os alunos locais e vice-versa, por isso, uma lingua comum é necessária

As universidades querem que seus estudantes troquem informações com os alunos locais e vice-versa, por isso, uma lingua comum é necessária

E isto tem uma razão simples: as universidades querem ter um ambiente internacional, dando oportunidade a estudantes de todo o mundo de interagirem e, principalmente, de seus próprios estudantes terem uma formação globalizada. É com esta troca (que geralmente acontece em inglês) que eles pretendem fomentar o conhecimento em seus alunos.

Por isso, é melhor, você começar a pensar como um CIDADÃO DE UM MUNDO GLOBALIZADO e melhorar seu inglês.

Candidatura nas universidade e TOEFL/IELTS

Falar inglês (ou uma outra língua) vai te ajudar a buscar informações sobre programas que não se limitam aos do governo brasileiro. Você poderá pesquisar livremente sobre suas opções de curso, de países, de bolsas de estudos.

Também vai ajudar você a entender o que cada universidade espera de seus estudantes e, portanto, saber reunir e preparar todos os documentos necessários para fazer seu curso no exterior.

Brasileiros ainda falam mal inglês, mas isto pode ser sua vantagem!

Brasileiros ainda falam mal inglês, mas isto pode ser sua vantagem!

Não esqueça que uma das exigências para estudar fora é o TESTE de PROFICIÊNCIA. A universidade que vai recebê-lo quer ter certeza que você entenderá o conteúdo e que não será um “atrapalho”para os outros estudantes. Por isso, é melhor você já ir pesquisando como fazer o seu teste de TOEFL e IELTS (válidos por 2 anos), se você não tem um. A primeira coisa que uma universidade ou instituição que oferece bolsas de pesquisa lhe perguntará é o resultado de seu teste de proficiência.

Você terá vantagem se falar inglês

Como já foi divulgado extensamente pela mídia, diversas oportunidades de bolsas de estudo acabam sendo desperdiçadas por falta de gente que fala inglês. E aí está uma ótima oportunidade para você!!!!!

– Você tem um bom desempenho acadêmico!

– Você tem vontade de estudar fora!

– E você fala inglês!! – BINGO!

Muitas universidades querem diversidade em seu quadrod e alunos, por isso se você é brasileiro e fala inglês, tem boas notas, suas chances são muito grandes!

Muitas universidades querem diversidade em seu quadrod e alunos, por isso se você é brasileiro e fala inglês, tem boas notas, suas chances são muito grandes!

Agora, é só ir atrás de outros requisitos ( o teste de proficiência, caso ainda não tenha), se organizar financeiramente (bolsas de estudos devem ser vistas como vantagens, mas não conte com elas até conseguí-las).

Lembre-se: entre um bom aluno que não fala o inglês e um aluno moderadamente bom que fala a língua, o segundo tem a vantagem!

Por onde começar?

Do início. Se você não sabe nada de inglês, comece um curso. Se você não tem muitos recursos, o governo brasileiro oferece GRATUITAMENTE uma plataforma para quem está na graduação ou pós: http://www.myenglishonline.com.br/

Há também outros cursos gratuitos (como o Livemoccha) na web. Por isso, não há desculpas. Você só precisa se organizar e ser disciplinado, para atingir seus objetivos.

E foque seu conhecimento no TOEFL e IELTS, em paralelo com sua pesquisa sobre universidades e bolsas de estudos.

Se você tiver um currículo bem preparado e falar bem o inglês, com certeza terá mais chances de conseguir bolsas de estudos e estudar fora.

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Um comentário sobre “Quer estudar fora, com bolsa de estudos, sem falar inglês? Really?

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